quinta-feira, 10 de março de 2011

Comentário sobre o Príncipe


O Príncipe pode ser considerado um grande clássico da filosofia política, pois nesses escritos Maquiavel apresenta toda a sua experiência trabalhando no alto escalão da República florentina. Apesar de que esse livro foi escrito quando Maquiavel estava na prisão, o intuito de escrever esse livro a Lorenzo de Medici era conseguir o seu perdão e exercer o seu antigo cargo de chanceler de Florença.
Os 26 capítulos desse livro apresentam orientações práticas de algumas ações políticas que o príncipe deve de fazer para conquistar ou manter se no poder. As duas palavras chaves de sua obra são a Virtú e a Fortuna. La Virtú não é a virtude cristã que todos conhecem, mas são as qualidades que o Príncipe deve ter para se manter e conquistar o poder. Já a Fortuna é a ocasião que o estadista tem de chegar ao poder.
Para ilustra o seu pensamente Maquiavel utiliza exemplo histórico e faz comparação com a política do século XIV da Itália, que vivia fragmentada. Maquiavel tinha esperança que com esse livro poderia ajudar um grande líder da Itália para fazer a unificação do país como foi em Roma.
Ao se analisar o livro pode se perceber que “O Príncipe” pode ser considerado um livro de auto-ajuda, pois a forma como Maquiavel expõe os problemas e como esses devem ser resolvidos tem uma característica desses livros. Independente das interpretações “O Príncipe” é um livro que precisa ser lido por todos que gostam de filosofia política.
Vicente Vagner Cruz

Ócio Reflexivo; Uma Análise Do Que Se Tem Dito Sobre As Relações Trabalhistas


Autor: Vanessa Trópico e Silva

trabalho1.gifNos últimos tempos, pude observar que todas as análises sobre a reestruturação e reinvenção do trabalho tem se focado em um futuro que engloba suas condições e seu desenvolvimento frente aos avanços tecnológicos, entretanto,essa busca por um olhar futurista tem sido carente de analises reais da realidade das relações de trabalho, falta se especificar a que tipo de trabalhador tal realidade será empregada, observei que em todas as matérias houve essa falta de cuidado, o que gera uma inadequação do discurso produzido ao verdadeiro prognóstico da relação de trabalho e de uma verificação coerente desse quadro que interfere no quadro social.


Tudo que tange as relações de trabalho tem se tornado muito sensível, hoje o que podemos observar é que com a reestruturação do trabalho houve uma transferência de responsabilidades que é denominada e aceita por muitos como autonomia, ou seja, o trabalhador tem certa liberdade dentro do sistema produtivo, mas na verdade não é um beneficio em sua totalidade não deixa o trabalhador mais livre para ser criativo, o que quero mostrar é que com essa liberdade veio uma carga de responsabilidade muito grande ao trabalhador, para que ele possa dar conta de responder a essa autonomia ele teve que adquirir um perfil polifuncional, agora ele não ocupa uma função estática mas em constante dinâmica, ele precisa se modernizar, superar metas cada vez mais ambiciosas para que ele possa se manter empregado, além disso temos outro ponto de análise que é a fragilidade nas relações interpessoais devido a grande competição, e as relações contratuais que cada vez mais desfaz os laços entre cada lado. Acredito que para se falar de trabalho é necessário lembrar do trabalho na sua essência e nele dentro do sistema capitalista, e verificar os tipos de trabalhadores para que se possa focalizar cada um dentro de suas realidade, desta forma não cairemos no mesmo e continuo erro de se adequar uma determinada realidade a toda a classe de trabalhadores.


Temos em nosso cotidiano a experiência do trabalho como um aspecto vital em nossa vida, e sua concretização nos distingue das outras formas de vida e nos caracteriza enquanto integrante da sociedade, nos torna sociável,Segundo Marx ( 1995.p,80) " desde que o homem, não importa o modo, trabalhem uns para os outros, adquire o trabalho uma forma social". Desta forma, vamos previamente abordar as transformações históricas, de como o trabalho era concebido e é atualmente, concluindo com uma visão marxista sobre o trabalho, que em muitos aspectos ainda é bastante perceptível em nossa sociedade.


A visão grega que repousava sobre o trabalho era de desprezo pelos trabalhos manuais, principalmente os pesados, esta sentimento para com o trabalho era tal qual como uma característica natural dos membros bem nascidos da sociedade, logo, os cidadãos gregos davam grande valor as atividades intelectuais, artísticas e políticas. Os trabalhos nas minas, olarias, campo e construções eram executados por escravos, a base da economia grega. "os escravos foram a base da sustentação da sociedade ateniense, faziam trabalhos domésticos, agrícola, pastoris e mineração".( PETTA;OJEDA.1999,p.17)


Entre as primeiras civilizações da América, os povos Maias tinham grande parte da população formada por trabalhadores agrícolas denominados Nazehualob, de caráter religioso muito forte, o trabalho era visto como uma atividade de subsistência e manutenção do equilíbrio social. Já os povos Incas, tinham uma sociedade estruturada, coma exploração vinda do trabalho familiar num lote de terra cedido pelo chefe da comunidade, o trabalho era visto como uma obrigação para com Kukara, chefe Inca. Quanto a sociedade Asteca, a mais desenvolvida segundo Petta;Ojeda (1999.p,31) " os Astecas criaram uma civilização com fortes traços urbanos, a capital possuía uma vida urbana muito movimentada", embora houvesse escravidão ela era quase que temporária devido a facilidade de se reconquistar a liberdade, e muito mais amena que a escravidão dos colonizadores.


No século X, o feudalismo surgiu como produto de valores romanos, católicos e germânicos, sistema que dominou a vida da realeza européia, criou um fosso entre dois pólos sociais, os proprietário e os trabalhadores sob um regime de servidão. Neste contexto o trabalho era visto como uma atividade degradante e direcionada aos pobres, uma atividade que desqualificava o individuo.


Somente no século XV tendo o mercantilismo como doutrina comercial o trabalho passou a ser valorizado.


Na nova ordem econômica o trabalho passou a ser muito valorizado, a exaltação do trabalho se opunha á valorização do ociosidade [...] que via no trabalho uma atividade inferior exclusiva das classes pobres. (PETTA;OJEDA,1999.p,59)


Entre os séculos XV e XVI, com a reforma protestante o calvinismo veio a dar uma nova visão, o trabalho aparecia como uma atividade sistêmica voltada para a glorificação de Deus. "[...] não é trabalho em si, mas um trabalho racional uma vocação que é pedida por Deus". (WEBER 1987.p,115)


No século XVIII a revolução Industrial veio como resposta a ineficácia do mercantilismo aos interesses burgueses assim como o fisiocratismo, até que o liberalismo tornou-se a resposta aos anseios desta classe, a Inglaterra coma industrialização têxtil, criou uma batalha entre o trabalho tradicional das oficinas e o trabalho pelo sistema de fabrica, neste estágio o trabalho era visto como uma atividade apenas de subsistência para a classe proletária e peça chave para a classe burguesa que almejava cada vez mais enriquecer.


O capitalismo, surge com o acumulo de riqueza nas mãos de poucos que almeja cada vez mais enriquecer.


uma importante mudança acontece quando a partir do século XVI, o artesão e as corporações de oficio foram substituídas, respectivamente, pelo trabalhador ‘livre' assalariado – operário - e pela industria.(COSTA,1997.p,86)



Com mais algumas décadas a Organização Internacional do Trabalho (OIT), criada pela Conferencia da Paz após a primeira Guerra mundial, tendo por objetivo promover justiça social, desenvolveu o conceito de trabalho descente, que propõe medidas de geração de postos de trabalho e enfrentamento do desemprego, mas também, ao conjunto de trabalhadores e trabalhadoras e não apenas aqueles que têm um emprego regular, protegido no setor formal ou estruturado da economia.


Atualmente o conceito de trabalho decente da OIT engloba a superação das formas de trabalho em que o individuo não consegue sustentar a família, ter educação, moradia e saúde, busca proporcionar proteção social nos impedimentos ao exercício do trabalho como doença, acidentes entre outros.


A forma como Marx aborda a temática do trabalho divide-se no contexto do trabalho dentro e fora do sistema capitalista. A obra marxista discorre sobre o trabalho enquanto fator essencialmente natural da gênese humana, processo existente desde a as primeiras formas de existência do homem enquanto este primitivamente desenvolvia sua força de trabalho alterando seu meio ambiente objetivando suprir suas necessidades.


Todo trabalho é, de um lado, despendido de força humana de trabalho no sentido fisiológico,[...] todo trabalho por outro lado é despendido de força humana de trabalho, sob forma especial para um determinado fim.(MARX 1995.p,202)


O trabalho é um processo que envolve a participação do homem e a natureza , ele a modifica pela sua força de trabalho que se da pelos esforços de seus membros, dando-lhe uma forma útil a vida do homem, por meio da transformação do projeto que tinha antes em mente, desta forma o trabalho é visto como uma pratica unicamente restrita ao ser humano.


uma aranha executa operações semelhantes as do tecelão, e a abelha supera mais de um arquiteto ao construir sua colméia.Mas o que distingue o pior arquiteto da melhor abelha é que ele figura na mente sua construção antes de torna-la realidade.( MARX,1995.p,202)


Percebe-se o homem nesta visão, totalmente harmonizado com o processo de trabalho que é o próprio trabalho, este se desenvolve como um componente constitutivo da vida, longe de ser um martírio, o trabalho não lhe aparece de forma estranho, existe uma correlação entre homem, natureza, processo de trabalho e valor de uso.


O trabalho dentro do processo capitalista é transformado em mercadoria, sua finalidade é apenas para subsistência do proletariado, transformando-se em meio e não necessidade de realização humana. Um trabalho alienado definido na perda do produto do trabalho,assim, constroem casas que não habitam, carros que não dirigem, roupas que não usam. Neste contexto segundo Marx (2005.p,111) " o trabalhador torna-se tanto mais pobre quanto mais riqueza produz, quanto mais sua produção aumenta em poder e extensão".Um trabalho fetichizado resultado de um acordo entre produtores ande seu único caráter irreal repousa sobre o salário, " a partir das falsas aparências da esfera da circulação,arma-se toda uma estrutura ideológica". MARX,apud,GERAS (1977.p,276)


Verifica-se, que o trabalho perde sua característica humana, já que passa a ser para o assalariado nada mais que um meio de subsistência em vez de ser o trabalho sua expressão, o trabalho aparece degrado em meio de viver


Quanto aos tipos de trabalhadores nos temos,Trabalhador Autônomo: pessoa física que presta serviços habituais por conta própria a uma ou mais pessoas, assumindo os riscos da atividade. O fato que os diferencia dos empregados é a falta de vínculo de subordinação ao empregador, este tipo de trabalhador usufruir dos avanços da modernidade para ter mais tempo livre, entretanto isso vai depender do tipo de serviço que ele presta. Trabalhador Eventual: aquele que não se fixa a uma fonte de trabalho,é contratado para trabalhar diante de uma situação específica, ocasional; terminando o trabalho, o eventual não retorna mais à empresa, vai em busca de outros trabalhos em empresas distintas. Este tipo de trabalhador apresenta características de quem necessita cada vez mais se informatizar e estar antenado, caso contrário ele é deixado para trás é um tipo de trabalhador que não tem laços fixos nem contratual nem interpessoal devido a suas inconstância. Trabalhador Avulso: é a classificação para os estivadores, que fazem os serviços nos porões dos navios, os conferentes, consertadores de cargas e descargas. Têm características peculiares, como intermediação do sindicato ou órgão gestor de mão de obra, sem vínculo empregatício com o intermediador ou com o tomador do serviço.è este tipo de trabalhador que de os artigos tem se esquecido, o que eu me pergunto, é como a modernidade vai criar um futuro de ócio a este trabalhador? Ele não pode abrir o notebook transportar cargas, pela baixa remuneração não terá lazer porque ele pertence ao grupo que luta pela subsistência.


Empregado Doméstico: aquele que presta serviços de natureza contínua e de finalidade não lucrativa à pessoa ou à família, para o âmbito residencial delas.


a tecnologia pode fazer seu trabalho menos penoso, entretanto, isso jamais vai significar que ele poderá se apropriar do tempo livre para uma atividade prazerosa. Empregado Rural: toda pessoa física que, em propriedade rural ou prédio rústico, presta serviços de natureza não eventual a empregador rural (explora atividade agroeconômica, inclusive a exploração industrial), sob a dependência deste e mediante salário. Neste caso devemos analisar a hierarquia, pois o coletor de alimentos poderá usufruir da tecnologia nos instrumentos de trabalho como os tratores modernos mas isso não significa que com isso sua jornada de trabalho será diminuída ele continua no mesmo tempo de serviço,os que comandam as áreas administrativas poderão usufruir da internet para oferecer serviços, entre outras funções e no caso do alto escalão ganhar tempo e comodidade mas esse quadro não se aplica a todos. Trabalhador Temporário: é aquele prestado por pessoa física a uma empresa, para atender a uma necessidade transitória de substituição de seu pessoal regular e permanente. É vinculado à empresa de trabalho temporário, embora preste serviços no estabelecimento do tomador de serviços.neste caso verificamos a fragilidade nos contrato de trabalho mas um possível estreitamento de laços interpessoais. Este tipo de trabalhador certamente vive uma a angustia da instabilidade, e dificilmente a tecnologia intervêm na sua condição no sentido de lhe proporcionar mais lazer e tempo livre. Empregado Em Domicílio: realizado pelo empregado em seu próprio domicílio ou fora da fiscalização direta do empregador, uma vez que o fato de o trabalho ser realizado fora do estabelecimento do empregador não descaracteriza a relação de emprego. Neste caso a tecnologia consegue lhe proporcionar mais agilidade, mais comodidade, e como conseqüência mais tempo livre, entretanto este tipo de trabalhador não faz parte do grande quadro e sim de uma minoria que consegue ganhos para sua subsistência em sua própria residência. Estagiário: exerce uma atividade de natureza pedagógica, visando à melhor formação profissional, que lhe proporcione complementação do ensino do curso que está fazendo. A maior necessidade neste caso é de aprendizado e não de subsistência, este tipo de trabalhador não tem vinculo fixo com a empresa. Empregado Aprendiz: é o jovem entre quatorze e dezoito anos, inscrito em programa de aprendizagem, formação técnico-profissional metódica, em que o trabalho seja compatível com o seu desenvolvimento físico, moral e psicológico,ele ainda esta entrando no campo do trabalho e tem como objetivo conseguir uma futura estabilidade Empregado Público: é aquele que exerce uma atividade para Administração Direta, Autarquia ou Fundação, que teve acesso através de concurso público e não é regido por estatuto próprio e sim pela CLT. Já servidor público é o agente que tem acesso por meio de concurso público, mas é admitido sob regime jurídico estatutário, não contratual e não sendo objeto de estudo do Direito do Trabalho. Empregado Comum: tem as características marcantes de relação de emprego


(continuidade, subordinação, recebimento de salário, pessoalidade e pessoa física) e não se enquadra nos tipos de empregados especiais. É regido pelas regras da CLT. Neste tipo é que encontramos a grande maioria dos trabalhadores, vendedores do comércio, das grandes lojas de departamento que estão vivenciando uma realidade de constante angustia, seus laços com o trabalho são fragilizados pelas constantes mudanças, precisa ter cada vez mais atenção, concentração,discernimento,pensamento lógico, organização, não existe tecnologia que mude esse quadro de pressão, como se pode pensar neste trabalhador nos parâmetros do futuro ócio? Se cada vez mais a exploração da força trabalhista esgota suas forças? A modernização só trouxe benefícios para alguns tipos de trabalhadores como mostramos, mas para essa grande maioria só fez com que se conseguisse aumentar os lucros do capitalista.


Existe uma certa louvação ao avanços da tecnologia no campo do trabalho, esses avanços possuem seus aspectos positivos pela comodidade que proporciona tanto para quem com elas trabalham como para quem recebe esses serviços, o que é preciso ter em mente, é que não podemos visualizar a relação de trabalho por um único olhar e dizer que ele é compatível a toda classe trabalhista, pois como foi mostrado existem uma variedade de realidades, não verificaremos os mesmos sintomas em todos os trabalhadores.


Então devemos fugir do discurso generalizado, porque na verdade esse discurso tem um propósito falso o de mostrar uma realidade mascarada que justifique a formar como o trabalho é conduzido, dizer que todos são igualmente agraciados pela modernização é uma grande engano, dizer que o futuro do trabalho será o ócio é uma grande piada italiana de Domenico De Masi. Se for apliacada de forma geral a todos os trabalhadores.




Referencia bibliográfica


ANTUNES, Ricardo, A dialética do trabalho;escritos de Marx e Engels.1ºed.São Paulo.expressão popular,2004


ARISTOTELES, Ética a Nicômaco,texto integral, trad.Pietro Nssatti.São Paulo; Martins Claret,2002.


BERNARDO,João, Democracia Totalitaria: Teoria e Pratica da Empresa Soberana. São Paulo, Editora Cortez,2004



BAUMAN, Zigmunt. Modernidade líquida. Trad. Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Jorge


Zahar Editor, 2001.


DE MASI, Domênico. O Futuro do Trabalho; Fadiga e Ócio na Sociedade Pós- Industrial. Editora José Olimpio, Rio de Janeiro, 1999


DELEUZE, Gilles. Post-Scriptum sobre as sociedades de controle. Disponível em:


. Acesso em: 10 mar. 2007.


DEBORD, G. A sociedade do espetáculo. Comentários sobre a sociedade do


espetáculo. Rio de Janeiro, Contraponto, 1997.


Dejours, C.(1987) "A loucura do trabalho", São Paulo : Oboré.(1987)


MARX,kal.O capital critica da economia política, volume I,II,III.trad.Reginaldo Sant`Anna.São Paulo. Bertrand Brasil,1992.


_______, Manuscritos Econômico e Filosóficos, São Paulo, Martin Claret.2005


WEBER, Max. A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. 5. ed. São Paulo:


Pioneira, 1987.

http://www.artigonal.com/administracao-artigos/ocio-reflexivo-uma-analise-do-que-se-tem-dito-sobre-as-relacoes-trabalhistas-2003904.html


Perfil do Autor

Cientista Social com ênfase em sociologia formada pela Universidade Federal do Pará, aluna especial no programa de pós graduação em Psicologia da Universidade Federal do Pará

Política italiana ao logo do tempo


As charges mostram um pouco uma crítica feita para a política e também para a sociedade.
Mas essa dos grandes políticos da Italia, mostra o valor dos grandes lideres dessa região.
Sem mais nada para falar e somente analisar essa foto.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Comentário sobre o Leviatã


Depois de um longo tempo de leitura do Leviatã de Thomas Hobbes (iniciei em 2001 a leitura, depois retomei em 2004 para inicio de 2005 quando estava na graduação em ciências sociais, mas li somente as duas primeiras partes desse livro) pude terminar e também fazer uma resenha do mesmo.
É um livro muito interessante de ser lido, pois mostra um pouco da fundamentação filosófica de Hobbes, na qual defendia com muita veemência a monarquia absolutista e apresentando como argumento que o homem em estado de natureza tem uma total liberdade que tanto pode matar como pode ser morta, por isso a única maneira desses garantirem a vida, era doar essa sua liberdade para somente uma pessoa, e que esta devia defender o povo. Inicio do contrato social. É bom lembra que Hobbes nasceu em um período de guerra civil, por isso que ele é um ferrenho defensor da monarquia absoluta, pois só através dessa forma de governo todos os homens conseguiriam ter uma relativa paz além de assegurarem a suas vidas.
A leitura do livro é muito agradável, que vale a pena ver mais detalhe sobre o seu conteúdo em uma resenha que vou publicar no site artigonal em breve.
Vicente Vagner Cruz

Caso Amazonino Mendes


No dia 21 de fevereiro de 2011, em um pequeno do diário Online noticiou o seguinte fato.
“O prefeito de Manaus (AM), Amazonino Mendes (PTB), discutiu hoje com uma moradora da comunidade Santa Maria onde morreram uma mulher e duas crianças soterradas sob um barranco. O prefeito disse que as pessoas dessa comunidade Santa Marta, na zona norte da capital amazonense, ajudariam a prefeitura "não fazendo casas onde não devem", ao que uma moradora não identificada retrucou: "Mas a gente está aqui porque não tem condição de ter uma moradia digna". O prefeito respondeu: "Minha filha, então morra, morra". Depois, a moradora disse que, se era assim, "então vamos morrer todos", ao que o prefeito questiona sua origem. Quando ela responde ser do Pará ele encerra a discussão dizendo: "Então pronto, está explicado". A discussão foi ao ar na íntegra no jornal TV Amazonas, filiada da Globo”. In http://www.diarioonline.com.br/noticia-136216-manaus-prefeito-manda-moradora-paraense-morrer.html
Esse episódio foi destaque nos dois grandes jornais de maior circulação do Estado do Pará que criticaram veemente durante duas semanas esse político amazonense, por discriminar uma mulher principalmente por ser paraense.

Falece o grande pensador paraense Benedito Nunes


Benedito Nunes (1929 - 2011)

O Pará perde um dos seus mais brilhantes filhos: o escritor e filósofo Benedito Nunes. Aos 81 anos, o filósofo enfrentava problemas cardíacos e respiratórios, estava internado há dez dias, mas não resistiu e veio a falecer na manhã deste domingo, 27 de fevereiro.

Benedito nasceu em Belém em 21 de novembro de 1929. Foi um dos fundadores da Faculdade de Filosofia do Pará, posteriormente absorvida pela Universidade Federal do Pará.

Por "A clave do poético", Bendito Nunes recebeu o prêmio Jabuti na categoria crítica literária, em 2010. No mesmo ano, ganhou o prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras pelo conjunto de sua obra.

O filósofo foi um dos grandes colaboradores do CCFC: desde 2003 ministrou inúmeras palestras e seminários devotados aos estudos filosóficos e literários. Ele também colaborou nas duas publicações sobre o CCFC cedendo dois de seus valiosos artigos "Amazônia e suas culturas" e "Meu caminho na crítica".

Agradecemos e rezamos a Deus por ele e sua Esposa Maria Sylvia Nunes, lembrando suas palavras de crítico literário.

"Dançai meus irmãos! A morte virá depois como um sacramento. (‘Aurora' de Carlos Drummond de Andrade).
Por estes versos finais de ‘Aurora', a morte é valorizada como um grande e sacramental gesto de fuga". (Benedito Nunes em "A clave do poético").



Pe. Fabrizio Meroni
Diretor do CCFC

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Sindicato dos Sociólogos do Estado do Pará

No dia 19 de fevereiro de 2011 no colegio Deodoro de Mendonça houve uma reunião do Sindicato dos Sociólogos do Estado do Pará que tinha duas pautas a primeira que deveria ser votado a anistia dos inadiplentes até a presente data para que possão participar da eleição em abril, e a redução da mensalidade de 5% para 2%. Essa proposta foi votada por todos da assembléia.
E o segundo ponto é a prestação de conta, mas não deu para ser aprovado, a metodologia usada na apresentação não deu para que assembléia visualiza-se, e ficou decidido que vai ter uma outra assembleia para discutir esse ponto.

Falta de tempo, e algumas notícias.


Pela falta de tempo não relatei o que o ocorreu no Estado do Pará durante esse final do ano de 2010 para inicio de 2011, pois estava escrevendo e defendendo duas monografias da especialização, e agora como mestrando pelo PPGCP tive a oportunidade de compartilhar um pouco do está ocorrendo no Estado do Pará.
Agora o governador é o Simão Jatene, depois de vitória em cima da ex-governadora Ana Julia Carepa o Estado do Pará está em profundas mudanças políticas.
No caso de Belém há possibilidade do prefeito Duciomar Costa ser cassado, mas enquanto isso a cidade de Belém está de baixo d'agua, devido o não planejamento do saneamento público da cidade.
A passagem de onibus está em briga se vai ter aumento ou não, mas causou polêmica um projeto de lei que foi aprovado na câmara municipal e depois sancionado pelo prefeito Duciomar Costa que uma vez no mês vai ter onibus de graça para a população. Mas essa lei não vai pegar, pois já pouco onibus no dia de domingo, e se for de graça ai que não vai ter onibus circulando em Belém.
Após um periodo sem atualizar o meu blog, eis que volto para dizer que está disponivel na internet as principais novidades do SMA Norte I no blog
o endereço é : http://smanorte1.blogspot.com/

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Eleições no Pará 2010



Ano de Eleição é o momento que o povo tem de refletir sobre a administração do do país e escolher o melhor candidato que represente o interesse do povo. Mais do que nunca deve se buscar meios alternativos de ver a realidade política de sua região e noticias que possam ajudar na escolha do melhor candidato para o cargo de deputado Estadual, Deputado Federal, os 2 senadores, o Governador e o Presidente.
Tem alguns blogs que podem ajudar nessa escolha:
Um que indico é o blog do Barata: http://novoblogdobarata.blogspot.com/
Nesse blog apresenta os bastidores do poder no Estado do Pará que todos os eleitores deveria ler.
Outro blog que ajuda na reflexão é do Cientista Político Edir Veiga :http://bilhetim.blogspot.com/
também ajuda na reflexão dos eleitores paraense no voto dos seus representantes.
E um outro site que ajuda avaliar a reflexão dos eleitores paraense é o do Jornal Pessoa do jornalista paraense Lúcio Flávio Pinto.
http://www.lucioflaviopinto.com.br/
Vale a pena ler esses blog e site para conhecer o que se passa pelo poder no Estado do Pará e fazer a melhor escolha nessas eleições

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Que Universidade queremos?


Por esses dias estava lendo o livro do sociólogo português Boaventura Santos em que faz uma reflexão de uma maneira estruturante sobre a universidade em todo o mundo. Esse livro é um fruto de um artigo que ele escreveu e que posteriormente foi publicado como um capitulo intitulado Universidade de idéia à idéia de Universidade do livro chamado Sobre a mão de Alice e que foi escrito em 1995.
Nesse capítulo apresenta que a universidade está passando por uma profunda crise, e diz que essas estão interligadas.
No entanto a leitura desse livro, me fez refletir de como anda a educação universitária no Brasil, e de uma maneira especial em Belém que muitas vezes se pensa que a universidade é feita no gabinete do reitor, mas a universidade que faz são os universitarios que conhecem melhor a realidade em que vivem, e são esses vão construído a sua própria formação universitária.
Claro que o Estado tem sua grande parcela de culpa, em corta o orçamento das universidades, mas nós também temos culpa em eleger pessoas que não tem um compromisso com uma boa administração pública.
Boaventura viu várias mazelas que está ocorrendo nas universidade, mas também fica a resposta dos estudantes que façam o diferencial na universidade, que sejam mais humanos e compartilhe o saber com o próximo.
Vicente Vagner Cruz

segunda-feira, 7 de junho de 2010

O que é Educação


Por esses dias tive a oportunidade de terminar de ler um livro bem interessante que pode ajudar em abordagem da antropologia da educação, que é o livro da coleção primeiros passos "O que é Educação" do antropologo Carlos Brandão, e tive a oportunidade de escrever uma resenha sobre o livro.
É um livro bem interessante que apresenta a educação de uma maneira diferente utilizando um pouco a categoria marxista para explicar algumas conjunturas, no entanto a limitação do livro fica que Brandão adota o esquema durkheimiano de educação que é uma geração adulta que passa um determinado saber para uma geração mais nova. E isso limita o conceito de educação que só uma geração transmite o conhecimento e a outra somente recebe.
Creio que hoje um educador tem consciência que ele aprende com o educando, um velho aprende com a criança, um criança aprende com um adulto e assim consequentemente.
O tema sobre a educação continua atual, para que nós educadores repensemos sobre a educação, e essa não é um fenômeno de uma instituição, mas é algo de toda a comunidade.
Por isso hoje precisamos repensar a educação e aprender a não ter medo do novo.

Final da Especialização da Filosofia da Educação


No dia 2 de junho a professora Neusa terminou o curso de especialização em filosofia da Educação com a disciplina chamada História das Idéias Pedagógicas, em que tivemos oportunidade de trabalhar com três teóricos um deles é o pensador estadunidense chamado John Dewey que fundou o pensamento pragmático que influenciou fortemente o movimento da escola Nova.
Um outro teorico discutido em sala de aula foi Habermas com sua teoria da ação comunicativa, e como essa teoria pode ser discutido no meio do âmbito educacional.
E finalizamos a disciplina discutindo um livro que usado por boa parte da universidade que preparam os estudantes de licenciatura em filosofia que o mestre ignorante de Jacques Rancière.
O enredo do livro apresenta a história de um professor universitário chamado Jacotot, que no período da revolução francesa foi extraditado para os paises baixos, e sem saber a lingua holandesa, foi ministra aula de direito. Nessa experiencia comprovou que o saber não é determinado, por uma acadêmia, mas cada um aprende por si sozinho sem precisar de um explicador. A conclusão do livro diz que podemos ensinar somente aquilo que ignoramos. E uma leitura profunda que ajuda questionar nosso papel de educador. Vale a pena ler.
E o curso terminou com a seguinte conclusão que sempre estamos em processo de aprendizagem. E o que estudamos ainda não é o suficente para nos forma.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

DOM BOSCO ENTRE NÓS


No dia nove de fevereiro de 2010, foi um fato histórico e inedito na história da Escola Salesiana do Trabalho em que recebeu as reliquias de Dom Bosco. Pela manhã passou no Centro Social Auxilium e a tarde foi para a capela da EST, e ficou aberto para a visitação um detalhe que percebi na reliquia foi duas fitas do Círio de Nazaré amarrada na urna de Dom Bosco.
As 19h houve a celebração eucaristica presidida pelo bispo de Marabá Dom José Foralosso, no momento da homelia fez uma reflexão sobre a vida de Dom Bosco falando sobre suas dificuldades que teve na juventude, que teve que sair cedo de casa para não entrar em conflito com o irmão mais velho, depois começou muito tarde os estudos, pois não tinha dinheiro para as despesas, andava vários KM para poder chegar na escola, além de quando conheceu um padre que lhe ensinou latim, mas que logo morreu.
Dom Foralosso falou sobre as duas crises que Dom Bosco teve a primeira foi se ia entrar na diocese de Turim ou se ia entrar no franciscanos, mas um sonho revelou que aquele a vida franciscana não era para ele. A segundo grande crise foi quando se ordenou padre, não sabia onde ia atuar e o Pe. Cafasso disse que era para ficar com ele para estudar de como devia ser padre, e o acompanhava nas prisões, foi ai que Dom Bosco descobriu sua verdadeira vocação.
Dom Bosco se tornou santo, pois foi construido sua santidade ao longo do tempo, por isso que se tornou santo e conseguiu fazer seus alunos santos como Domingos Savio, Miguel Magnone entre outros.
No final da missa o Pe. Marcelo falou da importancia da Escola Salesiana do Trabalho em preparação para os futuros profissionais da cidade de Belém relembrando a importancia do Pe. Lourenço Bertolusso que construiu essa obra em cima do alagado e da experiencia que o Pe. Lourenço teve quando morava em Recife.
Viva Dom Bosco.
E muito obrigado por está entre nós.
Vicente Vagner Cruz

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Situação da Arquidiocese de Belém


Dia 03 de fevereiro de 2010 chega a cidade de Belém o novo arcebispo de Belém Dom Alberto Taveira Correa chega a cidade para conhecer sua nova arquidiocese em que jura passar toda a sua vida envangelizando essa cidade. O Jornal Liberal divulgou um artigo de como está a realidade da Igreja Católica na arquidiocese que tem atualmente 92 sacerdotes diocesanos, 102 religiosos (isso inclui os padres de várias congregações que estão em Belém, Ananindeua, Santa Bárbara, Mosqueiro e Marituba), 400 freiras, 30 seminaristas diocesanos, 3 diaconos provisorios (que vão ser ordenados padres), 4 seminaristas que estão se preparando para receber o diaconato provisório, 30 diaconos permanente (casados)e 40 que estão se preparando para receber o diaconato permanente. Além de ter 48 congregações femininas, 27 congreçaões masculinas, dois seminários, uma emissora de Televisão e outra emissora de rádio.
E um total de fieis de 1.491.782.
Essa é a realidade que Dom Alberto Taveira vai encontrar aqui em Belém.
Vicente Vagner Cruz

Aumento da passagem de ônibus em Belém


Hoje dia 3 de fevereiro de 2010 aqui na cidade de Belém houve um aumento de passagem de ônibus. Que antes era de R$1,70 e passou para 1,90 um aumento de mais de 8%. O último aumento que houve na cidade foi no dia 20 de dezembro de 2008, antes desse dia a tarifa de onibus era de 1,50.
Claro que a tarifa de onibus é mais barata de todo Brasil e também a mais precaria do País.
Os empresarios que detém os transporte público de Belém sabe que uma boa parte dos onibus que circulam nessa cidade está sucateado, no entanto não fazem nada para melhorar os transporte públicos além de terem pouca linha para determinados locais.
Os motoristas, e cobradores de ônibus de Belém não tem uma boa qualificação profissional e principalmente formação humana, e que muitas vezes trantam mal os usuarios principalmente os idosos e os portadores de necessidades especiais.
Não sou contra o aumento de ônibus se houvesse uma melhora nos ônibus de Belém, creio que isso não é o pensamento dos empresários que administram os transportes públicos de Belém.
Vicente Vagner Cruz

Viagem para Capitão Poço


No dia 16 a 18 de janeiro de 2010 tive em Capitão Poço para fazer concurso público para o cargo de professor de Sociologia que teve uma média de 50 candidato por vaga, posso dizer que vale a pena morar nessa cidade além de ser pacata, você consegue andar com tranquilidade qualquer horario da rua.
Vale a pena conferir.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Teorica Crítica

No dia 21 de janeiro de 2010, iniciou no curso de Filosofia da Educação a disciplina sobre a Teoria Crítica da Educação ministrada pela prof. Dra. Maria dos Remédios, em que fez uma breve apresentação da ementa da disciplina que vai ocorre do dia 21 de janeiro até o dia 4 de fevereiro com duração de 45h.
Os textos escolhidos são: O primeiro Capítulo do livro da Dialética do Esclarecimento, o que é esclarecimento um texto do livro de Marcuse, e outro de Walter Benjamin. Diga-se de passagem, que vai ser uma disciplina muito interessante, e vai me dar uma oportunidade em rever esses teóricos que li nas Ciências Sociais quando estava no terceiro ano de curso.
No inicio da aula a prof.ª Maria dos Remédios mostrou um vídeo que introduzia a escola de Frankfurt como pode ser visto nesse vídeo que se encontra no site you tube em que faz uma profunda reflexão de como surgiu a teórica crítica seu contexto histórico, os principais autores que influenciaram seu pensamento, e quem são os principais participantes dessa escola.
No final foi comentado o primeiro capitulo do livro da dialética do Esclarecimento. O que é esclarecimento. É um livro que precisa ser lido para se entender como a razão instrumental chegou a tal ponto que muitas vezes agimos de uma maneira de não pensar muito, no caso da internet que é uma faca de gumes. Ela pode facilitar uma pesquisa, como também ajudar a atrapalhar nossa convivência social com os outros.
Vale à pena repensar a educação o significado hoje. Antes de tudo primeiro precisa-se saber o que pensamos de educação, para depois dizer qual a é finalidade da Educação.
Vale a pensa pensar a teórica crítica nos ajuda nessa reflexão.
Vicente Vagner Cruz

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Educação Personalista


Hoje tivemos uma reflexão na aula de Antropologia Filosófica relacionado a educação filosófica ministrada pela prof. Neuza.
Mounier é o maior representante do personalismo que é uma corrente filosófica do século XX. Quem começou esse pensamento foi Renouvier (1903) em que mais o universo da pessoa. Mounier teve a vida voltada para a reflexão, pois este desde de pequeno influenciado pelo seus pais fazer leitura pela manhã e a tarde fazer meditação. No principio ele tento fazer medicina, mas encontrou nessa universidade uma grande disputa entre si, mas logo em seguida abandonou o curso para ingressar na filosofia, e percebeu que tinha os mesmo problemas, da medicina a disputa entre si, foi nesse curso que ele construiu os primeiros pilares do seu pensamento dentro da corrente personalista. Após concluir o curso de filosofia passou a ser professor do ensino fundamental.
E antes de analisar o que é o homem ele inicia sua reflexão dizendo que os homens só são iguais quanto individuos (na parte biológica) quanto pessoa não todos são diferente, e defende a idéia de não se comparar um ao outro, algo que é feito pelos professores quando estão em sala de aula comparar um com outro, mas na verdade nenhuma turma é igual a outra, como um aluno não é igual ao outro cada um tem sua particularidade por isso que o professor tem dificuldade em aprender o nome de todos os alunos.
É nesse pensamento que Paulo Freire fundamenta o seu livro da pedagogia da autonomia, em que cada aluno é diferente do outro e aprende diferente do outro.
Mounier diz que a pessoa e corpo e alma, e com essa idéia critica a igreja católica de maneira especial a a igreja medieval que separa o corpo da alma.
Essa são as principais reflexões que a prof. Neuza fez em sala de aula e em breve será escrito uma resenha sobre o personalismo no site artigonal.
Vicente Vagner Cruz

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

leituras de final de ano



Nesse final de ano de 2009 como tive um periodo de recesso da especialização que curso, e também do trabalho pelo menos tive tempo de fazer umas leituras que são de suma importancia para futuras reflexão desse ano de 2010.
Um dos livros que estava lendo é eu livro do do Ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso com o titulo: Carta a um jovem político: Para construir um país melhor.
É um livro bastante interessante de ser lido pela população em geral que alguns pensamento que ele compartilha no livro vale a pena ser lido para saber o que devemos saber cobrar de nossos representantes. E após a leitura desse livro tive a oportunidade de fazer uma resenha sobre esse livro e que foi publicado no site Artigonal quem quiser ver é só acessar o link:
http://www.artigonal.com/politica-artigos/resenha-das-cartas-a-um-jovem-politico-para-construir-um-pais-melhor-de-fernando-henrique-cardoso-1645253.html

Uma outra leitura que ainda estou fazendo é um texto do grande filosófo alemão Emanuel Kant em seu livro intitulado :Sobre a Pedagogia. Em que Kant defende a ideia que a pedagogia é desenvolvida de duas maneira: Uma pela educação física e a outra é pela educação prática é uma leitura excelente e nos faz repensar a educação que é feita hoje.
Essas são as leituras feitas no final de ano.
Vicente Vagner Cruz